E de repente, o brasileiro se viu obrigado a se isolar
Com o surgimento dos primeiros casos confirmados de Coronavírus (Covid-19) no país e diante da experiência assustadora dos países europeus, muitos governos estaduais e o Distrito Federal decretaram a suspensão das aulas nas escolas públicas e privadas, o fechamento do comércio, a proibição de qualquer culto religioso com a presença de público e incentivaram a adesão das empresas ao Home Office (trabalho em casa). E assim, o país entrou em quarentena.
Muitos infectologistas defendem que a única e mais eficiente medida para retardar a propagação do novo coronavírus é o isolamento social. Por ser assintomático em 86% dos casos – boa parte das pessoas que tem o vírus não sabem que estão doentes – há uma grande dificuldade de contenção da doença, uma vez que se o infectado não for diagnosticado não será possível isolá-lo e ele, sem saber, irá espalhar o vírus para mais pessoas.
Em meio a essa situação, as autoridades defendem que a única forma de diminuir o risco de contágio é mantendo a distância um do outro, permanecendo longe o suficiente de outras pessoas para que o coronavírus não se prolifere pelo país. O que justifica tais medidas.
Quanto menor for o número de pessoas nas ruas, menor será o risco de contágio!
Ao diminuir o número de pessoas circulando pelas cidades, gera-se uma proteção ao público cujas funções não podem ser desempenhadas de maneira remota. Uma vez que haverá mais espaço e esses profissionais poderão circular com segurança, mantendo a distância mínima nos ambientes.
Sem toque!
Além do distanciamento social, é aconselhável durante todo período de pandemia que se evite o contato físico entre as pessoas. Ou seja, sem apertos de mãos, abraços, beijos, inclusive, relações sexuais. Infelizmente, o vírus é transmitido por contato físico e por mais que a intenção seja carregada de amor, neste momento a maior demonstração de carinho que você pode dar a alguém é ficar longe dela.
Dicas de prevenção
– Lave as mãos, por pelo menos 20 segundos, a cada duas horas ou sempre que chegar da rua.
– Sempre que tocar em maçanetas ou superfícies em locais públicos ou com grande circulação de pessoas, lave as mãos ou passe álcool gel.
– Evite tocar no rosto, principalmente nos olhos, boca e nariz.
– Mantenha pelo menos 1,5 metro de distância de outras pessoas.
– Evite locais com aglomerações.
– Evite ir ao cabeleireiro, barbeiro, manicure ou massagista porque esses profissionais não vão conseguir manter a distância recomendada para realizar esses serviços.
– Não visite as pessoas, em especial as que são classificadas como grupo de risco (60+, portadores de doenças crônicas).
– Evite o transporte coletivo no horário de pico.
– Fique atento aos sintomas da Covid-19 (febre, tosse seca, dores no corpo e dificuldade para respirar), mas não vá ao hospital sem necessidade. Fique em casa se apresentar algum sintoma, e caso necessite sair, use máscara para evitar uma possível propagação da doença.
Combater o vírus está ao alcance de cada de um de nós. Se cada um fizer a sua parte, será possível!
2 Comentários sobre “E de repente, o brasileiro se viu obrigado a se isolar”
Obrigada, Jaqueline.
Ótimas dicas para o nosso dia-a-dia e manutenção da saúde física e mental.
Disponha, Dacirlei.
Volte sempre 😉